A maioria de nós jovens, hoje em dia já estuda E trabalha. Fica meio difícil de conciliar as coisas, principalmente quando se trata de universidade, como é meu caso. Porque você trabalha 8 horas por dia e a noite você vai pra faculdade, e quando finalmente chega em sua casa, já tem que se organizar para o próximo dia. Então é um ciclo, você cria toda uma rotina e fica difícil de sair dela, até mesmo porque você tem que manter a disciplina. Pra nós que temos essa vida corrida, praticidade é tudo aquilo que precisamos. PRINCIPALMENTE na hora de nos alimentarmos. Calma aí, kirida ou kirido, não estou falando de fast-food. NÃO ESTOU FALANDO DE FAST-FOOD. É comum na hora da pressa, comermos coisas "gordas", como lanches e salgados, mas estou falando de alimentos rápidos e saudáveis, tipo unir o útil ao agradável.
Aí você me pergunta:
- Tem como ter uma alimentação saudável quando se tem pouco tempo?
Sim, tem como! Pra tudo se dá um jeito. Fica complicado, maix meus amores, tenho que lhes contar uma coisa: não é impossível. É questão de querer. Se você está bem assim, feliz e satisfeito (a), ok, tudo bem. MÃS, se você quer mudar seus hábitos sem ter que mudar completamente sua dieta, eu tenho algumas diquinhas pra tu e olha, vou te contar mais uma coisa: se tu quer mesmo ser saudável, você consegue e ainda de quebra, economiza de gastar aquele absurdo nas cantinas.
1º Passo: Se alimente de 3 em 3 horas.
Entenda o porque: se nos alimentamos com esse intervalo de tempo, nosso metabolismo aumenta, porque o nosso organismo também gasta caloria tendo de digerir aquilo que ingerimos. Se o intervalo for maior, o metabolismo gasta menos calorias digerindo os alimentos, pois houve uma parada desde a digestão da última refeição até o início da refeição seguinte. E essa "retomada" é um pouco mais lenta. Mais uma coisa: é importante darmos esse intervalo de tempo porque quando sentimos fome, mas muita fome, devido a muito tempo sem comer, quando vamos finalmente nos alimentar, comemos além do que nosso corpo precisa.
2º passo: Não corte nada da sua dieta, diminua a quantidade ou substitua.
Exatamente. Não precisa deixar de comer sua comida preferida porque ela é "gorda". Apenas diminua a quantidade. Se normalmente, em uma semana você toma 2L de refrigerante, substitua-o por suco natural durante a semana e deixe para o final de semana para tomá-lo. Mas com controle, claro. Nada de se policiar durante a semana e chegar no final de semana e tomar 4L. Lembre-se da disciplina.
Sabe aquele horário do dia que bate aquela vontade de comer um doce? Então. Ao invés de ir como uma louca comprar uma barrinha de chocolate, coma frutas. "Ah, mas eu não gosto dessa, e dessa fruta." OK. Quando eu digo pra substituir os doces por fruta, estou falando de escolher as suas preferidas e não de se obrigar a comer de TUDO. Ninguém é obrigado.
3º passo: Faça atividade física.
Lê, eu já não tenho tempo nem pra fazer minhas tarefas cotidianas, como vou arranjar tempo pra fazer exercício?
Concordo contigo que é difícil, mas não disse em nenhum momento que deve correr 3km todas as manhãs. A minha sugestão é de sempre que possível, estar fazendo uma caminhada. Já sei que sua semana é corrida, baby. Pode ser no final de semana, não tem problema e nem desculpa!
4º passo: Durma bem.
Sabia que nosso metabolismo transforma as gorduras em energia mais rápido enquanto dormimos? Por isso dormir pelo menos 7 horas e meia por noite é importante! E outra, quem não gosta de dormir?
Não é TÃO difícil mudar nossos hábitos né galere? Tem jeito, como eu disse: não é impossível. Eu fosse vocês, tentaria!
sexta-feira, 15 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
É meu, então nem vem
Oi. Oi? Oi!
A - P - O - S -T - O que vou encontrar aqui, várias pessoas que vão se identificar com o tema que vou tratar agora e já. O ciúmes.
Não que eu seja ciumenta, muito pelo contrário.aham, senta lá Claudinha
É o seguinte, vou confessar pra vocês: eu sou ciumenta mesmo, mas isso não é uma coisa boa. NÃO É.
Eu tenho ciúmes do que não é meu. Não tem porque eu ter ciúmes de uma coisa que eu fui lá e comprei, porque se tornou uma coisa minha e só irei perder se alguém roubar e tal.
Mas, como vou dizer que tal pessoa é minha? Ou então, que tal animal de estimação é meu? Não tem como.
- Ah Lê, mas você pode ter comprado um gato/cachorro!
Sim, posso ter comprado, mas mesmo que isso tivesse acontecido, não tem como eu controlá-los. Se o animal não se adaptou a mim, não me curtiu e tal pela forma que eu cuidei dele, ele pode encontrar outro dono que o conquiste de alguma outra forma. Tipo, na minha mente, é uma coisa que eu não posso mudar. Se não deu, não deu, independente de eu ter pago tantos reais por aquele animal.
Já com as pessoas, é um pouquinho diferente. Só um pouquinho mesmo, porque eu não posso comprar pessoas para tê-las sob meu domínio. Tá, tem gente que compra crianças, mas não é um processo legal, não é algo normal, ou seja, não encontramos crianças à venda em qualquer esquina. E mesmo que comprar crianças fosse normal, isso não faria a criança gostar dos seus pais "adotivos". A questão é que, se a pessoa não é nem meu pai, nem minha mãe, não tem nada que a prenda a mim. Entãão, tá fácil de perder. Por isso existe uma possessão idiota, de querer fazer algo que NÃO É MEU, e NUNCA VAI SER, se tornar algo meu. Tentamos controlar as pessoas de forma que elas estejam sempre por perto, pra que possamos fazer uma supervisão. Principalmente se é dentro de um namoro. Gentchy, lembrem-se que estou falando isso pra pessoas que SÃO ciumentas. Cada caso, é um caso. Quando existe ciúmes na parada, tudo fica pior. É um sentimento que aperta o coração. Quem tem, sabe como é!
Não tem o que fazer, além de entender que as coisas são assim mesmo, as pessoas/coisas/animais vão e vem o tempo todo e o máximo que podemos fazer é dar motivos pra que queiram ficar perto de nós. Complicado né?
A - P - O - S -T - O que vou encontrar aqui, várias pessoas que vão se identificar com o tema que vou tratar agora e já. O ciúmes.
Não que eu seja ciumenta, muito pelo contrário.
É o seguinte, vou confessar pra vocês: eu sou ciumenta mesmo, mas isso não é uma coisa boa. NÃO É.
Eu tenho ciúmes do que não é meu. Não tem porque eu ter ciúmes de uma coisa que eu fui lá e comprei, porque se tornou uma coisa minha e só irei perder se alguém roubar e tal.
Mas, como vou dizer que tal pessoa é minha? Ou então, que tal animal de estimação é meu? Não tem como.
- Ah Lê, mas você pode ter comprado um gato/cachorro!
Sim, posso ter comprado, mas mesmo que isso tivesse acontecido, não tem como eu controlá-los. Se o animal não se adaptou a mim, não me curtiu e tal pela forma que eu cuidei dele, ele pode encontrar outro dono que o conquiste de alguma outra forma. Tipo, na minha mente, é uma coisa que eu não posso mudar. Se não deu, não deu, independente de eu ter pago tantos reais por aquele animal.
Já com as pessoas, é um pouquinho diferente. Só um pouquinho mesmo, porque eu não posso comprar pessoas para tê-las sob meu domínio. Tá, tem gente que compra crianças, mas não é um processo legal, não é algo normal, ou seja, não encontramos crianças à venda em qualquer esquina. E mesmo que comprar crianças fosse normal, isso não faria a criança gostar dos seus pais "adotivos". A questão é que, se a pessoa não é nem meu pai, nem minha mãe, não tem nada que a prenda a mim. Entãão, tá fácil de perder. Por isso existe uma possessão idiota, de querer fazer algo que NÃO É MEU, e NUNCA VAI SER, se tornar algo meu. Tentamos controlar as pessoas de forma que elas estejam sempre por perto, pra que possamos fazer uma supervisão. Principalmente se é dentro de um namoro. Gentchy, lembrem-se que estou falando isso pra pessoas que SÃO ciumentas. Cada caso, é um caso. Quando existe ciúmes na parada, tudo fica pior. É um sentimento que aperta o coração. Quem tem, sabe como é!
Não tem o que fazer, além de entender que as coisas são assim mesmo, as pessoas/coisas/animais vão e vem o tempo todo e o máximo que podemos fazer é dar motivos pra que queiram ficar perto de nós. Complicado né?
terça-feira, 28 de abril de 2015
A sua liberdade termina onde começa a do outro
Oi? Oi. Oi!
Estive aqui pensando por um momento: por que muitas pessoas tem preconceito contra alguns estilos musicais?
- Ah Lê, deve ser porque não gostam.
Ok, até a parte do "não gostar", tudo bem. Mas é motivo suficiente para ter preconceito com os grupos que gostam de determinados estilos? Não, não é suficiente. E posso lhes dizer mais: o preconceito musical não tem início na própria música. Hã? Isso mesmo. O preconceito musical tem início nas pessoas. Digamos que é a continuação de outros problemas sociais. Mas o que tem a ver estilo musical com problemas sociais? T-U-D-O.
As pessoas usam como "arma" a música para apontar as outras como marginais, drogados, pobres, entre outros adjetivos. "Tal pessoa escuta RAP, é da favela." Oi?! Tu tem preconceito com gente pobre? Lembre-se: as pessoas também se utilizam da música para protestar de alguma forma. E pode ser contra a sua hipocrisia, quem sabe.
Pode até ser que quem escute funk seja de origem humilde, mas e aí? Eu posso pertencer a classe A e mesmo assim ouvir funk, RAP ou qualquer outro estilo com o qual eu me identifique. O que importa mesmo, é aquele estilo refletir minha forma de pensar.
Claro, oxi. Não vou ouvir música clássica porque é phyno, vou ouvir música clássica se eu curtir, se eu quiser.
Nesse post então, resolvi abordar dois estilos musicais que são vistos com preconceito por uma parcela da sociedade: o RAP e o Funk.
O RAP (ritmo e poesia) é um estilo musical que tem origem na Jamaica, na década de 60 e que foi levado posteriormente para os bairros pobres dos EUA e foi se disseminando devido a necessidade de se conhecer um novo estilo, através dos próprios jamaicanos e espanhóis. Tá, e por que o RAP permaneceu? Digamos que é uma forma de crítica social. Mas uma forma de criticar/protestar que deu certo, porque de certa forma, nos leva a refletir sobre a nossa vida em sociedade, como ela está e como ela pode ficar. E não nos faz refletir apenas sobre o que pertence a nossa realidade, nos faz enxergar além do nosso umbigo. É um estilo mais "discursivo", digamos. Onde se tem menos melodia e mais informação.
O Funk surgiu simultâneamente ao RAP, nos EUA, através da música negra. No Brasil, no começo, as letras falavam sobre drogas, violência e a vida na favela e com o passar do tempo, passou a falar de assuntos eróticos. Hoje, temos o Proibidão, que fala sobre violência, droga, gangues e sexo e temos o Funk Ostentação, que fala de dinheiro e poder. Esse último de alguma forma quer mostrar que qualquer pessoa pode ter dinheiro e fama, mesmo se essa pessoa veio de uma favela. Ou seja, é possível "chegar lá".
Há quem diga: - AF, eu não gosto!Beleza amiga (o). Ninguém vai te obrigar a gostar de alguma coisa. Se você não gosta, não é obrigada a ouvir, simples! Não perde seu tempo falando mal dos gostos alheios. A música não vai deixar de existir, as pessoas não vão deixar de gostar simplesmente porque você não curte. Sério, segue meu conselho: não se estresse pelo tímpano dos colegas. Independente do que você acha, esses dois estilos traduzem sentimentos e sensações para os adeptos deles.
Existe uma frase bem bacana que diz o seguinte: sua liberdade termina onde começa a do outro. Vamos adotar ela pra nossa vida?
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