terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Passeio de domingo - Aparecida do Norte | História de Aparecida


Oi gente bonita!

Hoje eu vim falar sobre meu passeio de domingo. Fui para Aparecida do Norte e vim contar pra vocês como é lá e resolvi também abordar um pouco sobre a história do lugar. Por que abordar a história do local, Lê? Ah gente, achei interessante porque é um lugar para o qual muitas pessoas vão para “exercitar” sua fé. Eu sei que não é todo mundo aqui que segue a religião católica, mas vale como conhecimento, não acham? Ah, e será algo breve, até mesmo porque não consigo ficar explanando sobre algo por muito tempo.

Aparecida do Norte está localizada no Vale do Paraíba – interior de São Paulo e se destaca por abrigar o Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, recebendo anualmente milhões de devotos.
Em 1717, três pescadores foram incumbidos de pescar peixes para servir aos governadores de Minas Gerais e São Paulo, mas era época de pouca pesca e, após lançarem sua rede no rio Paraíba do Sul por várias vezes sem sucesso, retiraram o corpo de uma imagem, sem a cabeça. Lançando novamente a rede, encontraram uma cabeça, que se encaixava de forma perfeita ao corpo. Tal acontecimento fez com que os três pescadores conseguissem pescar em abundância.
A imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida ficou protegida por Felipe Pedroso em sua casa por 15 anos que, durante esse período, recebeu milhares de devotos que acreditavam que seus pedidos seriam atendidos se rezassem diante da imagem.

A imagem já sofreu atentado, sendo reconstituída pela artista plástica Maria Helena Chartuni, restauradora do Museu de Arte de São Paulo na época e, segundo alguns especialistas, a imagem é de caráter seiscentista*.


Aqui está o Santuário Nacional já citado anteriormente! Olhando assim por foto, não parece ser tão grande, mas meus amigos, é E-N-O-R-M-E e não é à toa que é considerado o maior Santuário Mariano do mundo. Mas é bonito demais, né? Tirei essa foto logo que chegamos, então eu digo que essa é a chegada, mas depende de onde você parar, porque aí é um estacionamento, e depois tem outro estacionamento um pouco mais a diante que L-O-T-A de ônibus de todo quanto é quanto.
Essa área, se não me engano, é chamada de “Ponto de encontro”, onde tem a praça de alimentação com vários lugares para as pessoas descansarem e comer. A praça de alimentação conta com Mc Donalds, Bob’s e outras  (várias) lanchonetes e restaurantes. Dentro do Santuário tem a Casa do Pão, mas a fila geralmente é enorme, então compensa mais comer na praça de alimentação mesmo!




Pra mim, a “parte de trás” do Santuário é esse lado. Essa foto foi tirada do outro estacionamento que eu disse acima, onde tem o palco, à esquerda na imagem. Esse estacionamento está entre o Santuário e a feirinha, que deveria ser chamada de feirona.


A tal da “feirinha” que eu disse, olhando nessa imagem, é aquele espaço todo azul lá na frente. Olhando assim, não parece nada de mais, mas chega perto pra tu ver. O bom de ir na feira, é que você encontra muita coisa barata – calçados, roupas, eletrônicos, capinhas para celular, bolsas – mas o lado negativo é que são produtos bem repetidos e a sensação é de que você já passou por um mesmo corredor umas 5 vezes. Mas compensa sim comprar lá!



 E tem praça lá também! Uma praça muito bonita e bem verde. Com vários bancos, muitas plantas e com bebedouros. Porque né, em tempos de calor como esse em que estamos, eles não passam despercebidos nunca!

Saindo da cidade em que moro (Piedade – SP) às 3h20, chegamos lá 7h20, fomos de van e acredito que isso influencie no tempo de viagem!

Espero que tenham gostado do post de hoje, mesmo sendo um pouco diferente do convencional!

Um super beijo, <3